quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Dia 9 - Santiago

Acordei um pouco mais tarde, por volta das 9 e saí sem tomar café. Mesmo sem muita vontade de fazer turismo em Santiago acabei dando uma entrada no Cerro Santa Lúcia, só até a Fonte Netuno, enquanto caminhava até a feirinha de artesanato ali perto (Feira de Artesanato Santa Lucia). Compras feitas peguei o metrô, que é muito bom de andar em Santiago, com o objetivo de chegar até o Banco do Brasil pra "comprar" dinheiro. Embora no google maps pareça longe, o BB fica quase em frente a estação El Golf, facinho de ir, esta lição eu já tinha aprendido de outra vez.
De lá fui até a Feira de Artesanato Los Dominicos, juntinho da estação Los Dominicos, esta eu não conhecia.
Mas do que uma feirinha lá é um espaço de arte e artesanato, abrigando diversos "ateliers". Mesmo pra quem não quer comprar nada (o que acaba sendo impossível), vale o passeio, é um lugar muito agradável. Me chamou atenção também algumas lojas de animais vendendo aves, inclusive umas araras enormes.
A feira fica junto a um convento e um prédio da prefeitura que trata da terceira idade. Cheguei a ir até a Igreja, mas estava fechada, tinha lá um espaço para deixar agradecimentos e deixei o meu. De manhã cedo já tinha entrado na Igreja de San Francisco, a mais antiga de Santiago, pertinho do hotel. Não estou me reconhecendo.







De lá peguei um táxi até o shopping Mall Sports, um shopping especializado em atividades esportivas e náutica. Rodei, rodei e fui para o shopping Alto las Condes, como é relativamente perto dali resolvi ir de ônibus. Daí se deu o mico da viagem, entrei no ônibus e perguntei quanto era ao motorista de cara feia. Resumindo, pra andar de ônibus tem que se comprar um cartão na estação do metrô, e obviamente eu não tinha. O motorista me mandou passar. Minha intenção era economizar, não viajar de graça, rs.


Pra variar um pouco comprei mais umas blusinhas na Falabella, gostei de uma bolsa da Puma, mas me distraí lanchando e a loja fechou, fica pra volta. Os shoppings em Santiago fecham as 21 horas. E por falar em lanche, a idéia era comer uma coisinha e jantar depois, mas o sandwich acabou sendo tão grande que, junto com a cervejinha, foi mais que suficiente pra mim.
Rumo ao albergue pra arrumar as malas, de novo. Combinei com eles de deixar uma mala guardada no quarto de bagagem (ainda que eu não tenha a menor intenção de ficar novamente lá), a idéia é deixar os casacos mais pesados e volumosos, que eu não vou precisar na Ilha.
Confirmada a reserva feita ontem da pousada na Ilha, o dono vai me buscar no aeroporto.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Dia 8 - Dia de Viagem: San Pedro - Calama - Antofagasta - Santiago

Mais um dia pra acordar cedo, o transfer passou as 6:30 pra me pegar, ainda escuro. Ainda esperando por eles, com aquela tensão de "será que esqueceram de mim" abri o portão da pousada pra ficar vigiando, entraram dois cachorrões, fizeram a limpa nos ossinhos do churrasco e se mandaram.
Antes das 8 já estava no aeroporto de Calama, a van foi cheia, mas eu consegui dormir um bom pedaço.
Vôo pela Sky Fly (https://www.skyairline.cl/) o vôo é muuuitas vezes mais barato que a Lan. Na verdade barato mesmo teria sido voltar de ônibus, mas voltar parando em algumas cidades, como geralmente a galera faz. Pra voltar direto são 20 horas de ônibus, e aí ia atrasar muito minha programação e eu teria que cortar de novo o dia em Santiago. Comprei a passagem na véspera, pelo telefone, pois só assim pra pagar pelo cartão internacional.
O problema foi que a minha passagem de ida foi RJ- Calama, e eu tinha que comprar só a volta. Só que a volta sozinha acabou sendo o preço da passagem ida e volta. Relaxa e parcela!
A empresa é muito boa, bom atendimento, bom serviço de bordo e avião confortável com bancos Recaro.
Chegando em Santiago peguei o TransVip (http://www.transvip.cl/), um transfer que pra quem não tem pressa e está sozinho vale a pena. É como se fosse uma lotação, só que eles te deixam onde você quer, por exemplo na porta do hotel. Custa 5500 pesos, enquanto que um táxi custa cerca de 15000 pesos até o centro. Eles também fazem o transfer exclusivo, e é sempre mais confiável que táxi de aeroporto.
Fui a última a ser deixada, o hostel (Che Lagarto Santiago) fica bem no centro.
Toca a bater perna, bem ao lado está o Paseo Ahumado, uma rua de comércio que concentra filiais das principais lojas que se encontra por aqui (Falabella, Ripley, Paris), e desemboca na Plaza de Armas. Dizer que os preços são bons é mentira, mas a gente sempre encontra o que comprar. Na Falabella tem umas promoções de roupa do tipo Pague uma e Leve duas que valem a pena. Ops, alguém falou em promoção? rs
Acabei comprando umas malhinhas mais leves pra estrear na Ilha.
O hostel tinha um quarto muito grande, com ármarios enormes, mas o banheiro era bem velho e não dei conta de esquentar a água nem com reza brava. Depois de um banho congelante, desci e troquei de quarto.
Como o Wi-fi só existe nas áreas comuns, acabei ficando até tarde lá em baixo resolvendo algumas coisas (tipo reservar uma pousada pra ficar na Ilha) pela Internet.



Plaza de Armas, enfeitada para a festa do 18 de setembro

Catedral, também na Plaza de Armas

Dia 7 - O gran finale

Chegando no hostel, um grupo de brasileiros de Camboriú tinha chegado lá, 2 pickups e duas motos, já tinha churrasco no pátio e sertanejo rolando. Convite recebido pro churrasco, fui tomar banho e arrumar minha mala. Demorei tanto, que quando saí o churrasco já tinha acabado, ainda assim fiz uma social.
De noite me dei um jantar especial, daqueles que o chef vem limpando a borda do prato, ravioline com molho de cogumelos, sem alho, como pedido. Pra acompanhar, pisco sour. De sobremesa, uma torta de chañar (que é uma frutinha típica) com amêndoas e morango, uma coisa de outro mundo, e com uma apresentação fantástica.
Dica: Ckunna Restaurant (http://www.ckunna.cl/)

Um fato engraçado, fui acertar a pousada, ou cancelar como eles falam, e a moça me disse que a máquina do cartão não estava funcionando. Embora eu tivesse os pesos falei que ia gastar todos e teria que chegar a Calama só com dólares, e não lembrava de ter visto casa de câmbio no aeroporto, daí não teria dinheiro nem pra uma água, qualquer emergência e coisa e tal... Daí ela, com pena, se ofereceu para passar metade do valor no cartão pra eu não ficar zerada. ?!?! Como eu não tava em posição de reclamar, nem falei nada, rs. Pra isso existe a internet.

Fotos da Pousada


Quase terminava sem postar uma fotinho da Igreja

Praça principal, e com WI-fi liberado




 Única farmácia que encontramos na cidade, mas como o farmacêutico estava de férias, ia ficar 1 mês fechado (estava tudinho explicado no cartaz na porta, rs)

Muito engraçado isso, as padarias colocavam um aviso de "hay pan" na porta.

 O vulcão Lincancabur ( 5.916 metros ), onipresente na paisagem da cidade, mas sua subida tem que ser feita pelo lado boliviano, pois o lado chileno ficou cheio de minas terrestres, remanescentes da Guerra do Pacífico.


quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Dia 7 - Passeios em San Pedro

Como combinado, o tour passou as 4:30 pra me pegar. Passeio de hoje, Geisers del Tatio.
Os Gêiseres de Tatio são uma das melhores atrações do deserto do Atacama, no Chile.
Localiza-se na bacia geotérmica que leva o mesmo nome a 129 quilômetros ao leste da cidade de Calama e a 90 quilômetros ao norte de San Pedro de Atacama, a cerca de 4.320 metros de altitude.
As grandes colunas de vapor saem para a superfície através de fissuras na crosta terrestre, alcançando a temperatura de 85°C e 10 metros de altura.
Os gêiseres de Tatio são formados quando rios gelados subterrâneos entram em contato com rochas quentes.

Dia 6 - de volta a San Pedro

Nosso carrinho velho...


Amanhecer nos Andes Bolivianos



Mais um dia madrugando, acordamos as 4, pra sair as 4:30, café da manhã só na fonteira.
Hoje salvei uma vida! A sul-africana veio me perguntar se eu achava muito ruim ela encher a garrafa dela com água da torneira, pois o galão deles tinha acabado. ?!? Pô, se a gente nem animou de tomar banho naquele banheiro. Falei, eu tenho bastante, divido com você.
Saímos num breu total, estrada bem ruim. Teve uma hora que a gente ficou atrás de um caminhão, que fazia tanta poeira, que era impossível ultrapassar. E pra piorar eu continuava com dor de cabeça e enjoada, toca a mastigar folha de coca de novo. Acho que a gente subiu muito rápido dessa vez, e mesmo acostumado o corpo sentiu. Teve uma hora na viagem, entre um cochilo e outro que acordei com uma dor forte no pé direito, uma sensação de congelamento. Mas pensei, se fosse pra congelar (estava muito frio no carro) seriam os dois. Quando fui ver, a água do meu galão tinha derramado em cima da bota, que felizmente é impermeável, e congelado em cima do pé, não era a toa o que eu estava sentindo. Chegamos na fronteira por volta de 9:30 e não tinha ninguém pra me pegar ainda. Os carros da Bolívia não ultrapassam a fronteira para o Chile, então tem um carro chileno que leva até a fronteira e depois pega. Estava vazio ainda, então os trâmites fronteiriços foram bem rápidos. Chegado o carro pra me buscar, fomos tomar café, daquele jeitinho, um frio danado, em pé.
Rumo a San Pedro tivemos que fazer todo o procedimento de entrada no Chile de novo, inclusive a inspeção do Serviço de agricultura e pecuária. Estava cheio e levamos horas nesse processo. Eu crente que ia dar pra fazer alguma coisa de tarde, que nada, só queria cama, e um bom banho é claro. Dessa vez o transfer me deixou no hostel, e não na agência. Beleza!. De volta ao hostel, recuperei minha mala (que tinha ficado lá guardada) e troquei de quarto.
Mais tarde fui dar uma volta, comprar umas lembrancinhas e devolver o saco de dormir alugado. Procurei uma lavanderia e deixei a roupa pra pegar mais tarde, 6 lucas (6000 pesos) por 3 kg de roupa, lavei o mais necessário.
Rodei umas três vezes até parar no mesmo restaurante que já tinha jantado, lareira, calorzinho. Enrolei, enrolei e acabei pedindo o mesmo churrasco a los pobres (carne, batata frita, cebola e ovo estrelado), e 2 cocas, acho que eu tava era desidratada. Do meu lado dois franceses caindo dentro dos pisco sour, ai que vontade. Melhor não, amanhã o passeio passa as 4 horas pra me pegar no hotel, já sei que não consigo dormir com medo de perder a hora.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Dia 5 - hora de dizer tchau

Chegando a Uyuni nos separamos, Rafa, Camila e Katia foram para a Rodoviária ver o ônibus pra La Paz e eu me preparava psicológicamente pra voltar. Troquei alguns bolivianos e fui beber alguma coisa, acabei encontrando os irlandeses tomando uma cerveja e ficamos conversando. A cidade está comemorando a festa da Virgem de Urkupinha e de noite vai ter um desfile, pena não dar pra ver, deve ser bonito, porque se vê gente enfeitada pela cidade inteira. Tudo pronto pro retorno, meu grupo consiste em um italino, Stefano, e um casal de sul africanos, um motorista gente boa e um carro velho, aff.
Como subimos rápido, fiquei muito enjoada, não teve folha de coca que desse jeito. Parada rápida em Sancristóbal e fomos dormir em Villamar, naquele esquema, os 4 no mesmo quarto, dentro do saco de dormir. O banho custava 10 bolivianos, mas ninguém se animou com o banheiro. Banho gostoso amanhã em San Pedro!
Na janta, sopa, purê e salsicha, com um vinho oferecido pelo casal sul-africano. Eu tava tão enjoada que só tomei a sopa. Amanhã a gente sai as 4, bom que chega logo.
Ps, o italiano ronca, rs




Salar de Uyuni






sábado, 3 de setembro de 2011

Dia 5 - Rumo ao Salar de Uyuni

O objetivo era acordar cedo e ver o nascer do sol no salar, por sorte nosso quarto dava de frente para o salar, daí foi só abrir a cortina, tirar foto e voltar pra baixo do cobertor. E depois arrumar a bagunça que ficou de ontem, sem luz. Bom que todas as sobras já ficam por aqui, granola, guardanapo, ph, reduçao de volumes. Café da manhā teve até bolinho, daqueles Pulmann, é verdade, mas mais uma grata surpresa. Richard todo animado, até cantando, ou a noite foi boa, ou é a vontade de chegar em casa. Partimos rumo ao salar, que é o maior do mundo, com 12000 km quadrados de extensāo, e sei lá quantos de profundidade, uma brancura só. A NASA inclusive usa esta   área para calibrar satélites. . Paramos na Ilha do Pescado, ou Incahuasi (morada dos Incas), um lugar com uma paisagem legal, de cactos em contraste com o sal, mas uma subida danada, que na altitude que estávamos se revelou um programa de índio, refletindo bem, teria gasto meus 30 bolivianos da entrada tomando cerveja na cafeteria da ilha. 
Chegamos ao centro do salar onde fizemos várias fotos engraçadas brincando com a falta de perspectiva que o fundo branco proporciona. Almoço no jeep, frango, legumes e macarrāo, um banquete. Espichamos o olho no museu do sal, já que pra entrar tinha que comprar alguma coisa na lojinha e nossos parcos bolivianos nāo permitiam.
Chegando ao redor de Uyuni, pense num lugar sujo... Richard me respondeu que hoje o lixo plástico se transformou num problema pra eles, que nāo sabem o que fazer, entāo fica espalhado mesmo. Fomos ao cemitério de trens, ponto turístico da cidade, um lugar feio e sujo, cheio de vagões de trens, velhos e enferrujados.

terça-feira, 30 de agosto de 2011


Dia 4 - Bolívia
Brrr, que frio! Acho que eu já disse isso.
Acordei cedo, na verdade acho que eu nem dormi, difícil achar posição dentro do saco de dormir, e fui resgatar meu termômetro lá fora, uma cena engraçada, os motoristas de chaleira na mão tentando degelar os jeeps. Meu termômetro congelou! Acho que o frio foi muito pra ele, como é de máximo- mínimo a última temperatura que ele marcou foi - 12,8, isso mesmo, quase 13 graus negativos.
E por falar em congelar, fui pegar meu garrafão de 5 L de água fechadinho que tinha esquecido no carro e ele estava completamente congelado, por sorte ainda tinha uma garrafa na mochila. Lição aprendida, água dorme no quarto.
Só o nosso quarto levantou, depois descobrimos que não tínhamos ajustado nosso relógio no horário da Bolívia. 
Teve até ovo mexido no café da manhã, uma surpresa. Partimos rumo as lagoas altiplânicas bolivianas. Um enjôo daqueles, o lance foi apelar pras folhinhas de coca compradas em San Pedro, é ruim mas resolve.
Paramos na árvore de Pedra, uma atração local. Cruzamos um mini canyon ainda com bastante neve. Chegamos as " lagunas", Honda, Hedionda e... Mais flamingos, vou ficar especialista nisso.
Hoje o almoço foi ao ar livre, preparado no abrigo e ajeitado pelo Richard no bagageiro do jeep. No menu, arroz colorido, atum em lata e salada, de sobremesa tangerina, e com direito a Coca Cola, e uma paisagem espetacular, so tinha que tomar cuidado com as gaivotas famintas.
O menininho alemão passava bastante mal pela altitude e eles desceram correndo para o hotel de sal.
No fim da tarde paramos no povoado de San Juan de Rosario, e lá estava uma das placas mais esperada: Toilet. E um dos mais limpinhos que vimos pelo caminho, tinha até papel, e  pagamos só 2 bolivianos. Deu até pra tomar uma cervejinha, com a pouca grana que tínhamos, pois segundo a agência nem havia a possibilidade de cmprarmos nada pelo caminho.
Rumo ao hotel de sal, construído com blocos de sal e o chão todo de sal grosso, e o mais importante, banho! Direto pra fila do chuveiro. Já tinha até a sensação de como era usar dreads, meu cabelo estava duro, de vento, poeira e sal.
No jantar, todo mundo de cabelo lavado. Sopa, arroz, batata e ... Carne de lhama. Eu até provei, mas não rola não, e nem saborosa é. Os meninos acharam engraçado eu dizer que não comia porque a lhama era " so cute" . Hoje teve até vinho no jantar!
Depois da janta, ficamos de " farra" na sala, eu, Allan ( o irlandês), Kim ( a sul africana), Emma, a inglesa e uma das meninas alemãs, quando fomos deitar, as 22hrs, o gerador dos quartos já tinha sido desligado. Viva minha lanterna!





domingo, 28 de agosto de 2011

Dia 3 - Rumo a Bolívia
Acordei cedinho, mais uma vez preocupada com a hora. Fui pegar minhas meias na cadeira lá fora e descobri que elas tinham virado picolé, só pude rir da minha falta de idéia. Peguei minhas sacolas e fui pra agência que, depois de muitas consultas, contratamos para nos levar a Bolívia, Cordillera Traveler. Lá peguei meu saco de dormir alugado e meu garrafão de água, duas coisas que não podia esquecer, e comecei a interagir com as pessoas que estavam lá esperando também, só na base do inglês, e britânico. Logo o Rafa e a Camila chegaram e partimos em um micro-ônibus lotado rumo a fronteira com a Bolívia. Passamos pela aduana chilena, efetuando os trâmites para a saída do Chile, o  caminho é só subida, pois a fronteira ( Hito cajón) está a 4200 m de altitude. Mais burocracia, mas nem meu certificado de vacina da febre amarela pediram, na parede uma vistosa foto de Evo Morales, cheio dos balangandãs. O "prédio" da imigração fica no meio do nada, cheio de gelo e um vento congelante, e foi lá, ao vento livre, que tomamos nosso café da manhã, fornecido pela empresa. Daí os jeeps foram divididos e partimos nós 4, eu Camila, Rafa e Katia, outra brasileira, com Richard, nosso motorista boliviano.
Passamos pela Laguna Verde, Laguna Blanca, Deserto de Dalí, Salar de Chaiviri, Geyseres Sol de la Manana, ufa tanta coisa, e é só o primeiro dia.
Chegamos ao abrigo ainda para o almoço, um quarto pra quatro, nada de banho e a perspectiva de muuuuuito frio. Almoçamos e depois da siesta fomos ver os flamingos na Laguna Colorada, lindo.
Ao voltarmos ao abrigo um chazinho nos esperava, só assim pra esquentar. Na janta, sopa, e macarrão com molho de tomate, bem melhor do que esperávamos, teve até pêssego em calda.
Nosso grupo é formado por 4 brasileiros, uma família de 5 alemãs, 2 irlandeses, 1 inglesa e 1 sul africana.
Vinhozinho e já pra cama, além do saco de dormir, usei mais 3 cobertores, brrrrr.